Gitana 18 encara a Route du Rhum após oito meses de desenvolvimento
Gitana 18 passou por uma fase intensa de testes no mar. A equipa avaliou estabilidade, velocidade e comportamento em diferentes condições. Cada saída trouxe dados úteis para as próximas alterações.
Testes no mar
Saídas curtas serviram para ajustar o equilíbrio do trimarán. Em ondas médias, os testes mostraram como o barco reage aos foils. Foram medidos ângulo de voo, levantamento e vibrações durante a navegação.
Ajustes nos foils
Os foils são as lâminas submersas que levantam o casco sobre a água. A equipa alterou a inclinação e a curvatura para melhorar o apoio. Mudanças pequenas podem reduzir a resistência e aumentar a velocidade.
Foram testados formatos e posições diferentes dos foils. Cada opção foi validada com sensores e filmagens subaquáticas. Assim, os técnicos compararam desempenho real e previsões do estaleiro.
Piloto automático e eletrónica
O piloto automático foi integrado ao sistema de controlo de voo do casco. Ele ajusta timão e foils para manter equilíbrio e rumo. Ajustes finos visam reduzir intervenções manuais do timoneiro.
Sensores de velocidade, atitude e pressão alimentam o sistema em tempo real. Redundância e segurança foram prioridades nas configurações. Testes em mar aberto validaram a robustez eletrónica.
Preparação para a Route du Rhum
O calendário de desenvolvimento focou fiabilidade e desempenho até a regata. A equipa treinou manobras em altas velocidades e rotinas de manutenção. Peças sobressalentes e protocolos foram organizados para responder a falhas rápidas.
Com testes constantes, ajustes nos foils e o piloto automático calibrado, o barco chega à regata mais preparado. Ainda assim, cada milha navegada continuará a gerar dados para otimizar o trimarán.
Fonte: www.noticiasdomar.pt





